Mineradora em Serra do Salitre Prevê Geração de mais de 2 mil Empregos

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Projeto Serra do Salitre-Foto-Divulgação-Galvani

O município de Serra do Salitre, no Alto Paranaíba, está prestes a entrar na rota da mineração. A cidade, onde cerca de 80% da economia gira em torno da agricultura, receberá a Galvani Complexo Mineroindustrial da Serra do Salitre. As obras de instalação estão 30% concluídas e foram orçadas em R$ 500 milhões.

Empregos

Ao entrar em operação, o Complexo irá gerar cerca de 500 empregos próprios e 700 Indiretos. Juntamente com o Senai, Senat, Sesi, Governo do Estado de Minas Gerais e Prefeitura Municipal de Serra do Salitre e secretarias de Educação e de Desenvolvimento, a empresa desenvolveu cursos de capacitação para qualificar a mão-de-obra local.

A empresa, que durante a obra gerou mais de mil empregos, pretende contratar dois mil trabalhadores no período de pico das obras e gerar 700 empregos diretos e outros 500 indiretos. O projeto está dividido em duas fases. Na primeira, entra em operação a unidade de mineração, que deve ficar pronta em 2018. O minério produzido neste momento será industrializado na unidade da Galvani em Paulínia, já que as fábricas de fertilizantes ainda não estarão prontas. Quando a segunda fase do projeto estiver finalizada, em 2019, é que as fábricas químicas começam a ser operadas, e aí teremos a produção de fertilizantes em Serra do Salitre.

A área industrial tem um milhão e quatrocentos metros quadrados. O gerente de projetos da empresa, Gustavo Horbachi, diz que o espaço será dividido em duas partes. “A gente tem uma área de mineração, que vai ser a primeira a partir do segundo semestre do ano que vem. E uma parte de produção de aços, que vai servir para produzir fertilizantes em 2018. A gente espera que ela entre em operação também”, disse.

                                                         Impactos

O secretário municipal de Administração, Álvaro Rocha Júnior, elogiou a implantação da empresa na cidade. “É muito positiva para o município, pois vai transformar principalmente o setor econômico. Cerca de 20% do quadro de trabalhadores contratados são formados por pessoas da cidade. A expectativa que temos é de aumento na arrecadação, principalmente por meio da geração de novos empregos. O crescimento da população aumenta a necessidade em vários setores do serviço público. Por isso já planejamos usar esses novos recursos nas áreas de saúde e educação, dentre outras”.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Serra do Salitre, Adriano Bernardes da Silva, 80% da agricultura local são compostos pela plantação de café. Os outros 20% são diluídos no setor agropecuário e nas empresas. O chefe de Obras da Prefeitura disse que a cidade precisava de um investimento como o da mineradora. “A expectativa do povo e dos imigrantes que aqui chegaram é essa, de que a mineradora traga progresso à cidade”, disse.

O empresário Roberto Domingues da Silva tem um hotel na cidade há oito anos. Ele afirma que, ainda na implantação, a mineradora gerou impacto no negócio. Desde que a obra foi iniciada ele precisou ampliar o tamanho do hotel de 10 para 34 quartos. “O movimento no hotel aumentou em 60%. Agora pretendo construir mais quartos. Tenho a planta está pronta e pretendo começar a mudança em breve. Deveremos contratar mais gente. Talvez algo entre 10 e 15 pessoas”, detalhou.

A Galvani está há 80 anos no Brasil com 30 anos na operação com fertilizantes. Tem sete unidades distribuídas pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso e Ceará. O Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre é o principal projeto da Galvani no Brasil.

Visão do Projeto do Complexo Mineroindustrialde Serra do Salitre:https://www.projetoserradosalitre.com.br/

Para se cadastrar clique no link: https://site.vagas.com.br/PagEmprCust_galvani_vagas.html

Fontes:G1/Galvani.

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